Friday, April 27, 2007
Wednesday, February 08, 2006
Bum!
Eu me perco nesses sonhos coloridos,
Tenho vontade de abraçar o mundo
Porque penso que todos são meus amigos.
Crio os sonhos mais distantes
Porque o meu sonho mesmo é saber voar;
Sonho com príncipes sem cavalos
Que prefere não usá-los
Porque sabe caminhar,
Esse príncipe que demora tanto
Provavelmente está tardio
Porque vem caminhando.
Penso em jardins floridos
Em fundar um planeta à parte
Ou salvar o que parece perdido,
Penso em possibilidades
De viver para sempre
E fugir dos sinais da idade.
Queria o meu passado de volta
Poder dizer algumas palavras
E calar em algumas horas;
Queria poder rever todo mundo
E nunca mais me distanciar de ninguém
Como se eu mandasse em tudo.
Queria poder conversar com os políticos
E mostrar em fim para todos
Que eles são ridículos.
Desejo desenvolver super poderes,
Erradicar o mal desse mundo
E ensinar o amor a todos os seres.
Queria sentir a leveza da vida,
Nunca sentir angustia
E ter o remédio para todas as feridas.
Quero amizades infinitas,
A confiança de que vai dar certo,
E das flores a mais bonita.
Tenho vontade de voar
Transpondo os limites do corpo
E o infinito enxergar.
Quero experimentar tudo que posso sentir,
Viver essa vida ao máximo
Até explodir.
Quero morrer assim:
Explodindo.
Tenho vontade de abraçar o mundo
Porque penso que todos são meus amigos.
Crio os sonhos mais distantes
Porque o meu sonho mesmo é saber voar;
Sonho com príncipes sem cavalos
Que prefere não usá-los
Porque sabe caminhar,
Esse príncipe que demora tanto
Provavelmente está tardio
Porque vem caminhando.
Penso em jardins floridos
Em fundar um planeta à parte
Ou salvar o que parece perdido,
Penso em possibilidades
De viver para sempre
E fugir dos sinais da idade.
Queria o meu passado de volta
Poder dizer algumas palavras
E calar em algumas horas;
Queria poder rever todo mundo
E nunca mais me distanciar de ninguém
Como se eu mandasse em tudo.
Queria poder conversar com os políticos
E mostrar em fim para todos
Que eles são ridículos.
Desejo desenvolver super poderes,
Erradicar o mal desse mundo
E ensinar o amor a todos os seres.
Queria sentir a leveza da vida,
Nunca sentir angustia
E ter o remédio para todas as feridas.
Quero amizades infinitas,
A confiança de que vai dar certo,
E das flores a mais bonita.
Tenho vontade de voar
Transpondo os limites do corpo
E o infinito enxergar.
Quero experimentar tudo que posso sentir,
Viver essa vida ao máximo
Até explodir.
Quero morrer assim:
Explodindo.
Honestidade
Se você soubesse como dói o meu coração
Sempre que você me esquece,
Me dribla e me esconde informação
Detesto quando me encontra por acaso
Finge que nada aconteceu
Me olhando com o olhar culpado
Como o bêbado que bebeu.
Só queria que você me dissesse
Se me quer pra valer
Ou se caso não quisesse
Me falasse pra eu saber.
Deixe-me voar se não quer esta na gaiola comigo
Sejamos sinceros
Sejamos amigos
Não fique comigo só por minha pessoa
Não me queira na cama só porque sou boa
Não quero nada que seja tanto
Só quero encontrar alguém
Que preencha um canto
Reservado e guardado
No lugar mais puro que tenho
Quero dar todo o meu amor
E oferecer meu talento
Quero um sorriso sincero
Uma mão que segure a minha
Seja no céu ou no inferno.
Sempre que você me esquece,
Me dribla e me esconde informação
Detesto quando me encontra por acaso
Finge que nada aconteceu
Me olhando com o olhar culpado
Como o bêbado que bebeu.
Só queria que você me dissesse
Se me quer pra valer
Ou se caso não quisesse
Me falasse pra eu saber.
Deixe-me voar se não quer esta na gaiola comigo
Sejamos sinceros
Sejamos amigos
Não fique comigo só por minha pessoa
Não me queira na cama só porque sou boa
Não quero nada que seja tanto
Só quero encontrar alguém
Que preencha um canto
Reservado e guardado
No lugar mais puro que tenho
Quero dar todo o meu amor
E oferecer meu talento
Quero um sorriso sincero
Uma mão que segure a minha
Seja no céu ou no inferno.
Sunday, January 29, 2006
Muito Embora
Junho 27, 2005Dizem que vou embora
Muito embora eu não entenda
Se estou dentro ou fora
Já choro as despedidas
Mesmo estando longe, ainda
A hora da partida
Não sei se é boa hora,
Não posso esperar
O amanhecer ou a aurora
Não posso ficar, portanto creio
Que já está na hora
Mas, o ato de ir embora
A tristeza me assola
Vejo em cada coisa
Um maior valor
Ou o valor verdadeiro
Que permanecer
Impedia-me de ver
Todos deveriam ir embora
Modificar o tato, o sentimento
Perceber o momento
Que não repete outrora
Mas que o lado de fora
Permite perceber
O que há para perder
O que o lado de dentro
Mistura o pensamento
E não nos deixa olhar
O que se pode ganhar
Se valorizar, tudo o que há
Do grande ao sutil
Do calor ao arrepio.
Friday, January 27, 2006
Testemunho de Ansiedade
Agosto 1, 2005Hoje parece que foi um ano inteiro
E de repente, em uma hora, esse ano passou;
As vozes dentro de mim se multiplicaram
Ecoaram alegria ao mesmo tempo em que sopravam medo
Misturavam sonho com pesadelo, sexo e saudade.
Um sorriso molhado com lágrimas tem um brilho a mais
O ultimo abraço que tenta ser banal
É o punhal que decepa o sentimento,
Mas não é capaz de matá-lo.
Viver sem saber o que irá perder é difícil
Porém, ter consciência é cruel.
O mundo girou em torno do Sol e ninguém percebeu
Só no dia em que a Lua despencou
Ficou claro que não era bobagem
E nunca mais a Lua voltou.
O dia parecia quente, mas dava calafrios;
Até as paredes soavam, o asfalto chorava
O sacrifício de correr um pouco mais.
As vozes silenciam com o vento
O vento se dissolve com o tempo
E o que resta neste momento
São ponteiros percorrendo
O ciclo dos acontecimentos
Que movem os movimentos
Que se repetem...
Tuesday, January 24, 2006
Lagrimas
Olha as minhas lagrimas que caem:
Veja como elas molham
os dois pedacos do meu coracao,
de tamanhos iguais e caidos no chao.
Tomo um banho no riacho que sao elas
Boio em seu silencio tranquilo
E choro para que nunca sequem
as minhas lagrimas de crocodilo.
O peso da agua dos meus olhos
Eh o peso da minha alma,
Eh a cruz que eu carrego na mao
Desenhada na minha palma.
Lagrima lava e deixa calma a ansiedade
Escorre no rosto um sorriso molhado
Que sorri de alegria e
Chora por saudade.
Molha, seca e tem cor de nada
Nasce no sentimento e morre nos olhos
Reflete a luz dos momentos
Com gosto de agua salgada.
Veja como elas molham
os dois pedacos do meu coracao,
de tamanhos iguais e caidos no chao.
Tomo um banho no riacho que sao elas
Boio em seu silencio tranquilo
E choro para que nunca sequem
as minhas lagrimas de crocodilo.
O peso da agua dos meus olhos
Eh o peso da minha alma,
Eh a cruz que eu carrego na mao
Desenhada na minha palma.
Lagrima lava e deixa calma a ansiedade
Escorre no rosto um sorriso molhado
Que sorri de alegria e
Chora por saudade.
Molha, seca e tem cor de nada
Nasce no sentimento e morre nos olhos
Reflete a luz dos momentos
Com gosto de agua salgada.
Sunday, January 15, 2006
O MEU ULTIMO CONTATO COM ESPIRITOS: EXPERIENCIA TRANCENDENTAL COM O COMPUTADOR
Eu nao estava fazendo nada de errado. Nao havia clicado em nenhum link de internet, e nem abri nenhum e-mail estranho. O computador estava ligado so porque eu ouvia musica, pois eu estava mesmo escrevendo a mao.
Eu ouvia musica, como ja disse, e entao o cd comecou a enganchar no cd player do computador. Digo porque eu pude perceber que o barulho estava na CPU como se o cd nao estivesse rodando completamente.
Logo pensei que eu havia colocado o cd errado, nao tinha encaixado direito, mas antes de apertar no eject do cd player eu preferi precionar o stop do Windows Media Player. E o barulho estranho parou juntamente com a musica.
Ouvi o silencio.
Foi entao que o meu computador comecou a gargalhar. Era uma gargalhada grossa, digo, tinha uma sonoridade grave. Achei que o cd tinha voltado a tocar e que aquelas gargalhadas faziam parte da musica. E entao fez silencio novamente. E depois, novas gargalhadas da mesma voz.
Olhei para a barra do Windows Media Player e o estatus era stoped, e as gargalhadas continuaram. Nao era o cd.
Percebi que no canto do computador havia uma janela minimizada com o nome flash e ao lado tinha uma figurinha estranha como uma estrela torta, vermelho e branco. Nao sei bem o que era.
Mesmo achando suspeito abri. As gargalhadas pararam e havia uma imagem estranha de algum lugar, uma rua a noite, e em cima rodava em 3d a frase: You Know, you have the key de num sei da onde, porque nessa hora eu ja estava me livrando daquilo.
Control, alt e delete. End task.
E foi o fim da minha experiencia transcendental com o meu computador.
Olhei para o computador e disse com conviccao: “fuck you”. Depois rezei por ele.
Eu ouvia musica, como ja disse, e entao o cd comecou a enganchar no cd player do computador. Digo porque eu pude perceber que o barulho estava na CPU como se o cd nao estivesse rodando completamente.
Logo pensei que eu havia colocado o cd errado, nao tinha encaixado direito, mas antes de apertar no eject do cd player eu preferi precionar o stop do Windows Media Player. E o barulho estranho parou juntamente com a musica.
Ouvi o silencio.
Foi entao que o meu computador comecou a gargalhar. Era uma gargalhada grossa, digo, tinha uma sonoridade grave. Achei que o cd tinha voltado a tocar e que aquelas gargalhadas faziam parte da musica. E entao fez silencio novamente. E depois, novas gargalhadas da mesma voz.
Olhei para a barra do Windows Media Player e o estatus era stoped, e as gargalhadas continuaram. Nao era o cd.
Percebi que no canto do computador havia uma janela minimizada com o nome flash e ao lado tinha uma figurinha estranha como uma estrela torta, vermelho e branco. Nao sei bem o que era.
Mesmo achando suspeito abri. As gargalhadas pararam e havia uma imagem estranha de algum lugar, uma rua a noite, e em cima rodava em 3d a frase: You Know, you have the key de num sei da onde, porque nessa hora eu ja estava me livrando daquilo.
Control, alt e delete. End task.
E foi o fim da minha experiencia transcendental com o meu computador.
Olhei para o computador e disse com conviccao: “fuck you”. Depois rezei por ele.
Friday, January 13, 2006
Veneno da Lingua
Cuidado comigo
Sou monstro perigoso
Serpente sem abrigo
Cubra os ouvidos
E nao ouca os barulhos que faco
Sou moleque de rua
Furto e as vezes mato.
Mordo minha lingua
Morro com meu veneno
Pois nascer de novo
Para mim, eh café pequeno.
Danco balancando o rabo
A musica que eu mesmo canto
No ritmo do meu chucalho
Assusto,
ao mesmo tempo que encanto.
Escondo-me na fumaca
Que vem do meu cachimbo
Sou velha macumbeira
Sou indio e mosca de feira
Falo coisa bonita
Mas so gosto de besteira.
Ja vi o saci da floresta
E sua graca de menino.
Ja andei de disco voador
Joguei pedra na lua
Senti odio e amor
Sou um personagem
Sou lucidez e tambem viagem
Vou ao mesmo tempo que volto
Sou o fim do comeco
E o inicio do que terminou
Sou filho de Deus
Que comete pecado
Sou uma boca que fala
De olhos fechados.
Sou monstro perigoso
Serpente sem abrigo
Cubra os ouvidos
E nao ouca os barulhos que faco
Sou moleque de rua
Furto e as vezes mato.
Mordo minha lingua
Morro com meu veneno
Pois nascer de novo
Para mim, eh café pequeno.
Danco balancando o rabo
A musica que eu mesmo canto
No ritmo do meu chucalho
Assusto,
ao mesmo tempo que encanto.
Escondo-me na fumaca
Que vem do meu cachimbo
Sou velha macumbeira
Sou indio e mosca de feira
Falo coisa bonita
Mas so gosto de besteira.
Ja vi o saci da floresta
E sua graca de menino.
Ja andei de disco voador
Joguei pedra na lua
Senti odio e amor
Sou um personagem
Sou lucidez e tambem viagem
Vou ao mesmo tempo que volto
Sou o fim do comeco
E o inicio do que terminou
Sou filho de Deus
Que comete pecado
Sou uma boca que fala
De olhos fechados.
Conveniência
Terça-feira, Janeiro 11, 2005Calado e mudo
Longe das incertezas do mundo
Errando o caminho
Chorando sozinho
Mendigo do amor
Escravo da dor
Mundo da fantasia
A solidão alivia
Perdido e cego
Abatido e leso
No inconsciente
Vida doente
Difícil viver
Deixar-se morrer
Pela facilidade
Óbvia fatalidade
Viver com tristeza
Nem credo ou certeza
Por ser conveniente
Ou até mesmo doente
Caminho do escuro
Em cima do muro
Deixar levar
É mais fácil errar...
O amor é livre
Terça-feira, Janeiro 11, 2005Não existe lei
Nem portaria
Só existe texto
E poesia
Nem súmula para determinar
Quando começa
E quando deve acabar
Sobre quem devemos amar
Não há contrato
Para sentimento regular
Pode ser amor de mãe
De pai
De irmão
De amigo
E de amante
Pode ser
De pato
De cão
De pinto
De elefante
Mas que seja amor...
(a ultima estrofe eh engracada)
